Magnésio e vitamina D: os dois nutrientes que mais impactam o seu humor — e que você provavelmente não tem em nível suficiente
- clinicarochellemar
- Apr 6
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O magnésio está envolvido em mais de 300 reações bioquímicas no corpo humano. E a deficiência de magnésio é uma das mais comuns e menos diagnosticadas no mundo ocidental — especialmente em pessoas sob estresse crônico, que eliminam mais magnésio pela urina.
O que acontece quando o magnésio está baixo
Ansiedade que piora à noite. Dificuldade para relaxar. Insônia com tensilo muscular. Palpitações sem causa cardíaca. Prislo de ventre alternando com intestino irritado. Enxaquecas frequentes. Esses são sintomas clássicos da deficiência de magnésio — e raramente são investigados como tal.
O exame de magnésio sérico pode estar normal enquanto as células estão deplecionadas. A medicina funcional mede o magnésio intracelular — e encontra deficiência onde o exame convencional não viu nada.
Magnésio, cortisol e o ciclo do estresse
O estresse aumenta a eliminação de magnésio. A deficiência de magnésio amplifica a resposta ao estresse. É um ciclo que se autoalimenta — e que a suplemenação adequada, na forma e dose certas, consegue interromper. Glicinato de magnésio, malato de magnésio e treonato de magnésio têm absorções e ações distintas — a escolha depende do objetivo clínico de cada paciente.
Vitamina D: o hormônio que a maioria das brasileiras não tem em nível suficiente
Apesar do sol abundante, estudos mostram que a maioria da população brasileira tem níveis insuficientes de vitamina D. E a relação entre vitamina D e humor, imunidade, inflação e saúde mental está cada vez mais documentada. Níveis abaixo de 30 ng/mL estão consistentemente associados a maior risco de depressão, fadiga e piora dos sintomas de burnout.
Por Dra. Rochelle Marquetto — Médica psiquiatra com abordagem funcional integrativa, especialista no tratamento de burnout. Já acompanhou mais de 6 mil pacientes na jornada para uma saúde mental mais equilibrada e sustentável.


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